sábado, 21 de setembro de 2013

Prêmio Professores do Brasil

 O Prêmio Professores do Brasil é uma iniciativa do Ministério da Educação, promovido juntamente com as instituições parceiras. O Prêmio foi instituído em 2005, por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), e tem como objetivo reconhecer o mérito de professores das redes públicas de ensino, pela contribuição dada para a melhoria da qualidade da educação básica, por meio de experiências pedagógicas bem-sucedidas, criativas e inovadoras.

O concurso consiste na seleção e premiação das melhores experiências pedagógicas desenvolvidas ou em desenvolvimento por professores das escolas públicas, em todas as etapas da educação básica e que, comprovadamente, tenham sido ou estejam sendo exitosas no enfrentamento de situações-problema, considerando as diretrizes propostas no Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação.

O Prêmio Professores do Brasil na sua 7ª edição está dividido em duas categorias de premiação.
A primeira categoria "Temas Livres" premiará até 5 professores em cada uma das subcategorias, sendo 1 por região geográfica do país:
  • a) Educação Infantil;
  • b) Séries/Anos Iniciais do Ensino Fundamental;
  • c) Séries/Anos Finais do Ensino Fundamental; e
  • d) Ensino Médio.
A segunda categoria "Temas Específicos" premiará até 5 professores em cada uma das subcategorias, sendo 1 por região geográfica do país:
  • a) Educação Integral e Integrada;
  • b) Ciências para os anos iniciais;
  • c) Alfabetização nos anos iniciais do Ensino Fundamental, e;
  • d) Educação Digital articulada ao desenvolvimento do currículo.
As experiências apresentadas na Categoria Temas Específicos deverão estar articuladas às políticas ou aos programas do Ministério da Educação, conforme os critérios estabelecidos no Regulamento.
Os professores e diretores ou representantes das escolas premiadas nesta edição do Prêmio têm participação assegurada no Seminário, que acontecerá em Brasília, com passagens e hospedagem custeadas pelas instituições promotoras do Prêmio.
A Cerimônia de Premiação do concurso terá lugar em sessão pública, em data, local e horário a serem definidos posteriormente, como parte da programação do Seminário Professores do Brasil, organizado pelo MEC e instituições parceiras. 
Os autores das experiências selecionadas pela Comissão Julgadora Nacional, independentemente de sua região e da categoria a que concorrem, receberão a importância de R$ 6.000,00 (seis mil reais), além de troféu e certificados expedidos pelas instituições promotoras do Prêmio. Já o vencedor de cada uma das 8 subcategorias será conhecido na Cerimônia de Premiação do concurso e fará jus a um prêmio extra de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Biblioteca fica ao alcance de um clique

Se você nasceu antes da década de 90, suas pesquisas escolares não devem ter fugido muito desta rotina: o professor anunciava o tema – podia ser mitocôndrias, guerras púnicas ou triângulos equiláteros, não importava muito – e imediatamente tinha início uma corrida à biblioteca da escola. Se você não era o felizardo a chegar primeiro – e você nunca era –, o caminho era buscar as bibliotecas públicas. Era preciso procurar o título nas fichinhas em papel datilografadas, pedir o livro ao bibliotecário, torcer para a obra estar disponível e em bom estado, para só então começar a pesquisar para valer. Aí era encarar a fila para tirar xerox da parte que mais importava, ou copiar os trechos à mão.
A internet mudou tudo isso. Hoje, com um clique e sem sair de casa, é possível ter acesso a informações que antes levavam dias para obter. A oferta de livros eletrônicos para computadores, tablets e smartphones cresce rapidamente e na internet não faltam links para arquivos gratuitos de títulos de domínio público, que podem ser copiados ou impressos livremente. O que não mudou é o desejo humano de guardar todo o conhecimento disponível – ou, pelo menos, o que for possível disso – em um único lugar: a biblioteca.

sábado, 24 de agosto de 2013

III Fórum da Internet no Brasil


Estamos conectados. Estamos em rede. Há dez anos navegávamos em velocidades e bandas bastante inferiores às que alcançamos hoje. Trilhas, faixas de frequências, sintonias, acessos sem fios, 3G, 4G, atalhos, hiperlinks. Hoje nos conectamos em movimento. Mas ainda há muito a percorrer. Sonhamos com proximidades nunca antes imaginadas. Proximidades são possíveis quando construímos pontes, acessos, consensos. Diálogos constroem futuros.

Nossos passos aproximam nosso futuro. Sabemos que as decisões sobre a internet, sobre seus modelos de governança, sobre seus novos marcos legais de cidadania, seus avanços tecnológicos não se resolvem na velocidade de um e-mail. A legada cultura digital emergente, que inova atitudes e (pro)move novos espaços de conversas, requer novas conexões. Novos temas. Novas regras. Novas formas. Novas pontes. É preciso dar tempo para descobrir o novo. Assim como construir novas pontes, conversas que consolidam consensos são demoradas.
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domingo, 11 de agosto de 2013

EDGAR MORIN / ENTREVISTA: O futuro da humanidade

Para o sociólogo e filósofo Edgar Morin, veterano da Resistência Francesa durante a Segunda Guerra, transformações invisíveis que acontecem neste momento em nossa sociedade escondem as sementes da construção do improvável. “Entre a desilusão e o encantamento existe uma via que é a da vontade e da esperança”, anuncia. 
Para ler e entrevista de Edgar Morin clique aqui

sábado, 3 de agosto de 2013

4ª CRE REALIZA 2º RODA DE CONVERSA SOBRE ENSINO MÉDIO


A 4ª Coordenadoria Regional de Educação realizou nesta última quinta-feira, 31 de julho, a 2ª Roda de Conversa sobre o Ensino Médio: relatos de práticas, nas dependências da Universidade de Caxias do Sul.
O evento reuniu cerca de 230 professores de Ensino Médio provenientes dos 14 municípios de abrangência da 4ª  Coordenadoria, servidores da CRE e representantes da Secretaria da Educação do Rio Grande do Sul (SEDUC), com o objetivo de ampliar e qualificar as discussões sobre a implantação Curricular do Ensino Médio Politécnico a partir da socialização de práticas pedagógicas e do entrelaçamento de pontos de vista, tendo como referência o trabalho desenvolvido nas escolas.
A palestra foi ministrada pelo professor Dr. Julio Alejandro Jélvez e pela professora Maria Guadalupe de Lima. Paralelo à palestra, houve a apresentação das práticas que estão sendo feitas no Seminário Integrado, tendo como mediadores profissionais de diversas áreas e das IES.

Educadora de 83 anos defende mudança radical no ensino



Dos seus 83 anos de vida, Léa Fagundes já dedicou quase 60 ao magistério e mais de 20 ao estudo da informática na educação. Inovadora desde sempre, a coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) defende um modelo de inclusão digital nas escolas em que o aluno seja protagonista do aprendizado. "É uma mudança total de paradigma. O estudante deve programar o computador, se apropriar da linguagem e se tornar investigador", afirma a professora, requisitada em todo o território brasileiro para conferências e formações de docentes.
Assessora do Ministério da Educação (MEC), pedagoga e psicóloga, Léa aponta que o Brasil construiu uma história significativa no que diz respeito à inclusão digital nas escolas - história da qual ela é parte ativa -, mas critica a interrupção de programas educacionais por questões políticas e estruturais, como ocorre na transição de governos. A gaúcha indica também que a resistência de educadores à tecnologia e o medo da quebra de hierarquias em sala de aula é outro entrave enfrentado. "Na escola, as crianças são tratadas quase ditatorialmente", argumenta.